Após endossar saques no ES, Gleisi apoia invasores do MTST e diz que é preciso “entender” os que invadem

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Ré por corrupção no âmbito da Operação Lava-Jato, a senadora Gleisi Helena Hoffman (PT-PR), em mais uma investida a bordo da sua conhecida indigência moral, incluiu a invasão de terrenos urbanos na lista de crimes que apoia publicamente. Em discurso no Senado, a petista manifestou apoio aos integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), que ocuparam parta da Avenida Paulista, em São Paulo, como forma de protesto.

O objetivo de mais uma baderna do MTST, liderado pelo agitador profissional Guilherme Boulos, é reivindicar melhorias no programa “Minha Casa, Minha Vida”, mas o movimento ocupa terrenos públicos e particulares localizados principalmente na periferia da capital paulista, como se a Constituição Federal não garantisse o direito à propriedade. Esses baderneiros, que agem como massa de manobra, invadem inclusive áreas de mananciais, poluindo a água que abastecerá a maior cidade brasileira.

Em seu destampatório, Gleisi disse considerar inaceitável que o presidente Michel Temer tenha suspendido os subsídios concedidos aos mutuários mais pobres dentro do programa, alegando restrições orçamentárias. Para a senadora, é importante entender o movimento, que reúne cerca de 50 mil famílias no Brasil, carentes do apoio do governo para ter direito à moradia.


Gleisi também apoia o MST e é vista, frequentemente, confraternizando-se com os sem-terra. Não abre mão do luxo nessas visitas, onde já foi flagrada, várias vezes, usando echarpes Louis Vuitton, cujo preço equivale a dezenas de vezes o valor do benefício do “Bolsa Família”.

A senadora também apoiou os saques ao comércio no Espírito Santo durante o motim da Polícia Militar, sob a alegação de que a população saqueava porque estava com fome. Os telejornais mostraram foram pessoas carregando aparelhos de tevê, colchões, roupas, sapatos e até sofás e poltronas. Produtos que não se enquadram como itens básicos de sobrevivência. Foram saques para mobiliar a casa e renovar o guarda-roupa. O que é uma ação típica de bandidos.

“Não é possível que um programa de sucesso reconhecido seja travado desse jeito. Por isso, eu quero manifestar a minha solidariedade ao MTST. Tem que ocupar a [Avenida] Paulista, sim, para que aqueles banqueiros vejam que tem pobre neste país. Porque, senão, nesse governo, vira estatística, vira número vazio. Porque quem faz política de gabinete, que não pisa o pé na terra do Brasil, não sabe como as pessoas vivem” disse a ensandecida senadora.

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