
Metamorfose ambulante
25 de agosto de 2010
Sem palavras
15 de agosto de 2010Sob medida para muitos
15 de agosto de 2010
Pare e pense
15 de agosto de 2010Quando brigo com as pessoas que ignoram o direito do próximo e ocupam calçadas de forma criminosa e abusiva, muitos são os que me chamam de chato, velho, ranzinza e outros tantos impropérios. Não me importo com qualquer adjetivo, pois sei o quanto é necessária esta vigilância constante.
O suposto direito de um não pode suplantar o direito legal e incontestável de outro. Ou seja, a calçada foi criada para o pedestre, e não para mesas de bares e muito menos para ser transformada em estacionamento meteórico.
Agora, com o período pré-eleição correndo solto, muitos são os candidatos que ocupam as calçadas com propaganda eleitoral. Um abuso que mostra que o eleitor não será bem representado em qualquer das instâncias do Estado.
Para que cada um possa refletir com a devida calma sobre o significado da ocupação irregular do passeio público, deixo o vídeo abaixo. Não se acanhe e assista quantas vezes quiser. A sua consciência pode demorar um pouco mais para funcionar.
Cora Coralina
13 de agosto de 2010Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olha que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
não seja nem curta,
nem longa demais,
Mas que seja intensa,
verdadeira, pura…
enquanto durar.
Feliz aquele que transfere o que sabe
e aprende o que ensina.

Simplesmente genial
24 de julho de 2010Retrato da História
24 de julho de 2010Uma guerra não deixa boas imagens, mas fotografias registram momentos históricos e exibem a sensibilidade do fotógrafo diante de algo tão insensível. O jornal Denver Post disponibilizou em sua página eletrônica mais de cem fotos que retratam momentos da Segunda Guerra Mundial, em especial o ataque japonês a Pearl Harbor. Clique e confira!

Inventando moda
24 de julho de 2010Escrever direito é uma coisa, escrever com lógica é outra. Escrever direito e com lógica é exclusividade de poucos. Há dias, bisbilhotando a página de um importante portal de notícias, encontrei uma manchete que por certo deu a volta no planeta. “Baleia ’salta’ ao lado de barco na África do Sul”.
Trata-se de uma baleia que surgiu na costa da Cidade do Cabo e danificou um veleiro que navegava em área restrita. Coincidência ou não, o nome do veleiro é “Intrépido”.
A parte intrigante da notícia estava no subtítulo: “Baleia tinha cerca de 40 toneladas”. Quem não leu a matéria na íntegra pode ter pensado que a baleia morreu, afinal o “tinha” denota passado. Por outro lado, os mais otimistas podem ter concluído que a baleia estava de dieta, atrás de uma cinturinha de sereia, e perdeu alguns quilos com o esforço feito.
Porém, a loucura maior foi estimar o peso da baleia. Como alguém, a olho nu, consegue adivinhar quanto pesa uma baleia?
Mas não foi só a baleia sul-africana que reforçou as pérolas da semana. De uns tempos para cá, jornalistas, entrevistadores e entrevistados passaram a usar invencionices burras.
Depois do “muito parado”, disparado por uma repórter de trânsito, agora é a vez do “muito fundamental”, balbuciado durante o programa apresentado pela competente jornalista Maria Beltrão.
Ora, assim como parado é parado, fundamental é fundamental. E ponto final. Não há mais e nem menos. Essa onda de potencializar situações um dia ainda aterrissa no RH. Com direito a demissão e “muitíssimos” outros que tais.
