Se uma amizade sincera é passível de viuvez, o genial Zé Rodrix certamente deixou por aqui um harém de amigos inconsoláveis. Jornalista de quilate incontestável, Hugo Studart transformou em letras a sua tristeza pela despedida de Zé Rodrix. Escreveu ele…
“Zé Rodrix me deu um livro e depois morreu”
“Esclareça-se de antemão que o personagem não morreu porque me deu um livro. Há um intervalo de um ano entre o acontecimento extraordinário (o envio do livro) e o fato lamentável (a morte do autor). Escrevo essas singelas linhas, sem reboliços ou rebuscados, só para registrar que a vida, grata e generosa, sempre nos apresenta oportunidades de crescimento. E que por razões diversas, ou sabe-se lá por quais vacilos, deixamos a chance passar. Rodrix foi uma dessas oportunidades por mim perdidas.” (Hugo Studart)
Clique e confira a íntegra do texto do jornalista Hugo Studart.
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