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Escândalo de corrupção envolvendo a Petrobras esfria ação dos terroristas cibernéticos do PT

corrupcao_16No estaleiro – A tropa de choque petista que atua na rede mundial de computadores recolheu as garras nesta sexta-feira (14). Não por causa da aproximação do final de semana, mas pelo fato de o governo do PT estar envolvido em um enorme e rumoroso escândalo.

Desde que o Siemensgate veio à tona e passou a ser investigado pela Polícia Federal com base em um documento grosseira e criminosamente adulterado, entre à corporação pelo ministro José Eduardo Martins Cardozo (Justiça), a quadrilha cibernética da legenda passou a espalhar notícias sem comprovação acerca do caso, além de fazer comparações esdrúxulas e típicas de quem foi tomado pelo desespero.

Maior fornecedora de plataformas flutuantes para a exploração de petróleo, a empresa holandesa SBM Offshore está sob investigação de autoridades da Holanda, Inglaterra e Estados Unidos por causa de pagamento de suborno a várias empresas petrolíferas ao redor do planeta, inclusive a Petrobras. Um ex-funcionário da SBM declarou que a empresa pagou US$ 250 milhões em propinas, sendo a maior parte desse valor à estatal brasileira.

De acordo com a testemunha, intermediários e funcionários da Petrobras teria recebido US$ 139 milhões em propina para favorecer a SBM Offshore na obtenção de contratos. O pagamento de suborno ocorreu, segundo a testemunha, entre 2005 e 2011, ou seja, sob a égide do Partido dos Trabalhadores, que chegou ao poder central a reboque do discurso da moralidade e da ética.

A presidente Dilma Rousseff e a diretoria da Petrobras sabiam do escândalo, mas nada fizeram para impedir que o esquema continuasse avançando. Essa denúncia, se comprovada pelas investigações em curso, confirmará o apetite do PT pela delinquência política, algo que ficou evidente ao longo da última década.

Diante de escândalo de tamanha proporção, é certo que o Palácio do Planalto atuará nos bastidores para que a notícia desapareça do noticiário nacional, até porque o governo federal é o maior anunciante do País. Caberá aos veículos que não frequentam a seara da grande imprensa acompanhar e noticiar os desdobramentos do escândalo milionário de corrupção, que em países minimamente sérios já teria provocado algumas demissões.

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