Esquerda comemora decisão do papa Francisco de não vir ao Brasil, como se o País precisasse de endosso

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2008

A raivosa esquerda brasileira está a comemorar a decisão do papa Francisco de não vir ao Brasil para as comemorações dos 300 anos de Nossa Senhora Aparecida. Em carta enviada ao presidente Michel Temer, o pontífice afirmou saber da complexidade da crise vivida pelo País. Foi o suficiente para que esquerdistas disseminassem em blogs e nas redes sociais o devaneio ideológico.

“Sei bem que a crise que o país enfrenta não é de simples solução, uma vez que tem raízes sócio-político-econômicas, e não corresponde à Igreja nem ao Papa dar uma receita concreta para resolver algo tão complexo”, escreveu Francisco.

“Porém não posso deixar de pensar em tantas pessoas, sobretudo nos mais pobres, que muitas vezes se veem completamente abandonados e costumam ser aqueles que pagam o preço mais amargo e dilacerante de algumas soluções fáceis e superficiais para crises que vão muito além da esfera meramente financeira”, escreveu o papa ao abordar as questões sociais brasileiras. Talvez Francisco decida vir ao País quando o governo incluir as igrejas no rol de pagadores de impostos.

Ecoando no País o oportunismo político lapidado no Vaticano, a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) vem criticando duramente as reformas propostas pelo governo, em especial a da Previdência, como se a entidade não devesse se preocupar com a perda diária de fiéis, algo que acontece em todo o planeta. Ou seja, melhor seria se padres e bispos voltassem suas atenções para os próprios rebanhos, deixando questões políticas a quem de direito.


Os esquerdistas tentam passar à opinião pública que o papa descartou a possibilidade de vir ao Brasil para não referendar o governo de Michel Temer, como se algum chefe de Estado ou de governo precisasse do endosso do chefe do Vaticano para existir. Um governo carece do apoio popular, não da concordância da Santa Sé, que, é bom lembrar, é um ninho de corrupção desenfreada.

Esquerdista conhecido e de quatro costados, o religioso Jorge Mario Bergoglio tomou a mesma decisão em relação à própria terra natal e recusou convite do presidente da Argentina, Mauricio Macri. Ademais, é preciso separar fé de oportunismo político.

O líder dos católicos tem o direito ao livre arbítrio, mas à esquerda verde-loura não cabe relacionar uma eventual visita de Francisco ao Brasil a possível referendo ao governo de Michel Temer. Aliás, se assim fosse, Francisco veio ao Brasil para endossar o governo incompetente e bandoleiro da “camarada” Dilma Rousseff, a comunista tresloucada que levou o Brasil à débâcle econômica, empobrecendo a população e produzindo legiões de desempregados.

Famosos pelo viés anticristo, os comunistas tupiniquins agora se agarram à Igreja no afã de evitar o desaparecimento da corrente ideológica que patrocinou o período mais corrupto da história nacional. A esses saqueadores da dignidade da população é melhor não dar ouvidos, pois o objetivo é usar a régua da fé como tábua de salvação.

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