Gleisi diz que o governo “abriu as portas do inferno”, mas ignora ação luciferiana do PT

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A absoluta ausência de autocrítica é a marca registrada do PT, ao mesmo tempo em que mostra ser o partido o endereço da psicose política. Afinal, o comportamento de nove entre dez “companheiros” é marcado por delírios, alucinações, fala incoerente e agitação. E políticos com esse diagnóstico dificilmente se dão conta do próprio comportamento. Ou seja, essa é a tomografia do partido que gazeteou aos quatro cantos ter a solução para todos os problemas do universo.

A senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR) é o exemplo mais acabado desse viés delirante que há muito deveria estar sendo tratado pelo psiquiatra mais próximo. Representante do governo do PT (foi ministra-chefe da Casa Civil), que afundou o País no maior escândalo de corrupção da história do planeta, Gleisi – ao lado do marido, o ex-ministro Paulo Bernardo da Silva (Planejamento e Comunicações) – é ré por corrupção na Operação Lava-Jato. Mas esse detalhe pouco importa à senadora, que continua turbinada pela insana ousadia.

A petista responde no Supremo Tribunal Federal (STF) por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do repasse de R$ 1 milhão, via caixa 2, para sua campanha ao Senado em 2010. O dinheiro saiu das entranhas do Petrolão e o pagamento foi realizado pelo doleiro Alberto Youssef, velho conhecido de Paulo Bernardo, ainda nos tempos de Londrina. Certa feita, Youssef, a pedido de André Vargas (preso na Lava-Jato), lavou dinheiro da campanha de Bernardo.


Apesar desse enredo policialesco, Gleisi Helena comemorou de forma luciferiana, na quarta-feira (15), a tentativa da esquerda tupiniquim de retomar a iniciativa nas ruas com uma passeata. A parlamentar ficou eufórica diante dos protestos contra as reformas da Previdência e trabalhista, que reuniu em 23 capitais menos de 0,3% da população brasileira.

Ora, se 500 mil baderneiros de aluguel protestando em várias cidades brasileiras, repetindo mantras definidos pelos comunistas da Botocúndia, é motivo de comemoração exacerbada, Gleisi precisa explicar por qual razão o impeachment, que reuniu milhões de cidadãos em todo o País, é considerado golpe.

Pois bem, não obstante sua conhecida indigência intelectual, Gleisi acionou a catapulta de sandices e afirmou que o governo (leia-se Michel Temer) “abriu as portas do inferno”. Sempre alcançada pela amnésia de conveniência, a senadora paranaense finge ignorar que o PT, com sua ajuda e a do marido, transformou o Brasil em um inferno tropical, com direito à mais grave crise econômica da história nacional, quebradeira por todo canto e desemprego em marcha acelerada.

O discurso dos “camaradas” é de tal forma debochado e desconexo da realidade, que não demorará muito para que próceres do partido – que em uma década transformou-se em organização criminosa – comecem a balbuciar a tese de que a devastadora crise econômica foi criada por Temer, que aos solavancos tenta controlar a lambança diabólica deixada pelo PT.

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