Gleisi junta-se a Requião em cruzada contra a reforma da Previdência; lema é “quanto pior, melhor”

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Com a mesma falta de bom senso que usa para negar os crimes do seu partido, o PT, e os próprios (é ré no STF por corrupção e foi denunciada por sete delatores por receber propina do Petrolão), a senadora Gleisi Helena Hoffmann (PR) agora nega o rombo na Previdência Social, tão grande e óbvio quanto à ladroagem sistêmica praticada pelos “companheiros”.

Acompanhada do senador Roberto Requião (PMDB-PR), que carrega, não por acaso, o apelido de “Maria Louca”, Gleisi tem peregrinado pelo Paraná para pregar que a reforma da Previdência é desnecessária porque não há rombo financeiro, mas apenas uma “conspiração das elites” contra a classe trabalhadora, e outras sandices do mesmo calibre.

Gleisi, que quando ministra da Casa Civil levou um pedófilo notório e condenado a mais de cem anos de prisão (Eduardo Gaievski) para comandar as políticas do governo federal para crianças e adolescentes, é de uma ignorância abissal em assuntos econômicos. Ou seja, não é, certamente, a pessoa mais adequada para atestar que não existe rombo na Previdência ou qualquer outro assunto que envolva números financeiros.


O senador Roberto Requião, que fossilizou seu pensamento nos anos 60 e é conhecido pela falta de equilíbrio, truculência e delírios esquerdistas, é o menos indicado para discutir, com seriedade, assunto tão grave quanto o futuro das aposentadorias e pensões que os brasileiros esperam receber.

Na verdade, tratam-se de dois políticos em fim de carreira e que pouco se preocupam com o problema da Previdência. Requião é governador aposentado do Paraná e recebe pensão de R$ 32 mil, montante que soma com o salário de senador (R$ 33,7 mil). Gleisi, a julgar pelas denúncias de que é alvo, acumulou patrimônio que lhe permite não se preocupar com aposentadoria e outros que tais.

O que ambos (Gleisi e Requião) desejam é causar embaraços e problemas para o governo de Michel Temer, contra o qual lutam diuturnamente como se a indigência intelectual não lhes bastasse. As consequências funestas que essa empreitada insana pode proporcionar aos brasileiros? Isso é detalhe! Considerando que o Titanic da esquerda tupiniquim está afundando, o negócio é a postar na tese do “quanto pior, melhor”, que Gleisi sempre condenou nos tempos das bizarrices petistas no Palácio do Planalto.

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