Atualizado às 5:10pm

Aumentar Fonte Diminuir Fonte

Jornalista: instituições privadas de ensino estão apreensivas

23.06.2009 - 12:45am | Seção: Política



Correndo atrás do prejuízo -

Na última terça-feira, estudantes organizaram, com o apoio da Federação Nacional dos Jornalistas, manifestações contrárias à abolição da obrigatoriedade do diploma de Jornalismo. E o ministro Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal, foi novamente posto na fogueira das lamentações.

O fim da exigência parece ter afetado, em grande parte, aos alunos de instituições particulares. O piquete contou com estudantes das Universidades Mackenzie, Anhembi Morumbi, PUC e Cásper Líbero.

Ao ser questionado sobre a falta de manifestantes de instituições públicas, o representante do Fenaj, José Augusto Camargo, explicou que, em São Paulo, há poucos lugares que oferecem o curso de jornalismo e que a medida “afeta principalmente os alunos que pagam mensalidade e por isso. Alunos de faculdades públicas não sentiram a necessidade de se manifestar”.

Alguns professores também mostraram apreensão. Para o coordenador do curso de Jornalismo da Universidade Anhembi Morumbi, Nivaldo Ferraz, a decisão não será revogada, e a atenção maior deve ser dirigida à “comissão que discutirá novas diretrizes curriculares dos cursos de comunicação social”, proposta pelo ministro Fernando Haddad.

Compartilhe:
  • Twitter
  • Facebook
  • E-mail this story to a friend!
  • Print this article!
  • Google Bookmarks
  • Turn this article into a PDF!

Mais Notícias


  • Abre Aspas

    “Dilma é como o Dunga: deu no que deu". ” (De um personagem não identificado no programa de rádio do presidenciável José Serra, levado ao ar nesta quinta-feira, 2 de setembro)
  • Pensando bem...

    Equação política
    "Pensando bem, nesta campanha duas palavras são obrigatórias no vocabulário dos comitês eleitorais: dinheiro e liderança."
  • Aconteceu

    2 de setembro

    1937 - Morre Pierre de Coubertin, fundador dos Jogos Olímpicos modernos.

    1945 - Fim da Segunda Guerra Mundial, com a assinatura da ata de rendição incondicional do Japão.

    1961 - O Congresso aprova a emenda constitucional que institui o regime parlamentarista no Brasil. Assim, João Goulart pôde assumir a presidência depois da renúncia de Jânio Quadros.

    1988 - A Assembléia Nacional Constituinte termina a elaboração da Constituição Brasileira, a mesma que está em vigor hoje.

    1990 - O exército soviético começa sua retirada da Alemanha Oriental.