Em nova provocação ao Brasil, governo Trump concede “green card” ao traidor Eduardo Bolsonaro

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump impôs tarifas a vários produtos brasileiros por razões político-ideológicas, não por questões econômicas, que serviram para mascarar a descabida medida.

O objetivo de Trump era interferir na eleição presidencial que se avizinha, favorecendo Flávio Bolsonaro, mas parece que o tiro foi de festim. Pesquisas mostram que a maioria dos brasileiros acredita que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva será reeleito.

Dando sequência ao plano de impulsionar partidos de direita e de extrema direita na América do Sul, Trump recorreu a nova investida contra o governo brasileiro, concedendo documento de residência permanente (green card) a Eduardo Bolsonaro, o traidor da pátria que atuou nos Estados Unidos para que o Brasil fosse alvo do tarifaço e outras medidas retaliatórias.

Condenado por unanimidade pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) a quatro anos e dois meses de reclusão, em regime semiaberto, por coação no curso da ação penal da trama golpista, Eduardo Bolsonaro terá direitos semelhante aos dos cidadãos estadunidenses, mas o documento não o livra de eventual prisão.

Caso o nome do deputado federal cassado seja inserido na “difusão vermelha” da Interpol, autoridades dos EUA não poderão se negar a prendê-lo. A eventual prisão poderá ser postergada por algum tempo, enquanto Donald Trump estiver no poder, mas em algum momento a prisão e a consequente extradição serão inevitáveis.

Entre as regalias garantidas pelo “green card” está o direito ao trabalho sem qualquer autorização. Contudo, causa espécie o fato de Eduardo Bolsonaro ter permanecido nos EUA com a família sem uma fonte de renda.

Na melhor das hipóteses, sem considerar o valor gasto com a compra de uma casa no Texas (US$ 1,2 milhão), “Dudu Bananinha” gastou pelo menos US$ 10 mil mensais, ou seja, US$ 160 mil desde a fuga até hoje para se manter com a família.