Ao menos doze chefes de Estado participaram da cerimônia de posse da reeleita Dilma

dilma_rousseff_487Beija mão – Representantes de pelo menos 136 Estados e quatorze organizações internacionais prestigiaram nesta quinta-feira (1º), no Congresso Nacional, a posse da presidente Dilma Rousseff. Além de ministros, enviados especiais, embaixadores de vários países, pelo menos doze chefes de Estado ou de Governo desembarcaram em Brasília representando seus países, enquanto quatorze nações marcaram presença com seus vice-chefes.

Os chefes de Estado ou de Governo que confirmaram presença no Congresso são os presidentes do Uruguai, José Mujica; do Chile, Michelle Bachelet; da Venezuela, Nicolás Maduro; do Paraguai, Horacio Cartes; da Guiné-Bissau, José Mario Vaz; da Costa Rica, Luis Guilkermo Rivera; de Gana, John Dramani Mahana; da Bolívia, Evo Morales; da Guiné Equatorial, Vicente Tomi; os primeiros-ministros da Suécia, Stefan Löfven, e de Curaçao, Ivar Asjes e o Chefe de Governo do Marrocos, Abdelilah Benkirane. Além de Mujica, o presidente eleito do Uruguai, Tabaré Vasquez, também representará a República Oriental do Uruguai na cerimônia.

Entre os vice-chefes de Estado e de Governo estarão os vice-presidentes dos Estados Unidos, Joe Biden; da China, Li Yuanchao; do Conselho da Assembleia Federal da Rússia, Alexander Torshin; da Argentina, Amado Boudou; dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba, José Ramon Ventura; de Angola, Manuel Domingos Vicente; da Colômbia, Germán Vargas Lheras e o vice-primeiro ministro de Portugal, Paulo Portas.

Além dos países representados, importantes organizações internacionais também enviaram representantes. Entre os mais destacados estão os diretores-gerais da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Irina Bokova, primeira mulher eleita para o posto, e o da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), José Graziano.

A participação dessas autoridades internacionais não significa endosso ao desgoverno de Dilma Rousseff, a outrora companheira Estela ou Wanda, mas um protocolo internacional que garante a boa relação, principalmente comercial, entre as nações. Exceção aos chefes de Estado comunistas que se escondem sob modelos ditatoriais disfarçados de democracia, que foram a Brasília para não apenas incensar a presidente reeleita, mas também para dar guarida aos desmandos praticados em seus respectivos países.

Fossem esses convivas de Dilma Rousseff minimamente coerentes, esse apoio a um governo sabidamente corrupto jamais teria ocorrido. Alguém da esquerda verde-loura há de dizer que a partir de hoje, primeiro dia do novo governo, tudo será diferente, mas a petista já deixou claro que o Brasil deve se preparar para a continuidade. Ou seja, mais do mesmo. (Com ABr)

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