
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse na noite deste sábado (28) – horário local – que indícios apontam que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, pode estar morto.
Criminoso de guerra e responsável pelo genocídio na Faixa de Gaza, Netanyahu evitou falar de maneira explícita que Khamenei tenha sido morto na ofensiva israelo-americano deste sábado, mas mencionou que o complexo no qual o líder iraniano morava foi destruído por aeronaves militares e que “todas as indicações apontam que este tirano [Khamenei] não está mais entre nós”.
Khamenei não é visto em público desde o início dos ataques dos EUA e de Israel, e imagens de satélite confirmam que seu complexo em Teerã foi fortemente danificado na primeira onda de ataques.

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O Ministério das Relações Exteriores iraniano afirmou mais cedo que Khamenei segue vivo, mas até o momento o regime não mostrou provas.
“Até onde sei”, afirmou Abbas Araghchi, ministro das Relações Exteriores do Irã, Ali Khamenei ainda está vivo. Segundo ele, outros funcionários de alto escalão também estão em segurança.
“Todos estão agora em seus postos, estamos lidando com a situação e tudo está bem”, disse. “Podemos ter perdido alguns comandantes, mas isso não é um grande problema.”
O homem mais poderoso do Irã, o líder supremo e aiatolá Ali Khamenei, de 86 anos, está no cargo há mais de 30 anos e acumula a posição de líder religioso e político. É tanto chefe de Estado como comandante-chefe e tem a palavra final sobre políticas públicas do país. (Com agências internacionais)





