
Aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL), covarde tal e qual o pai, afirmam que ele já está a caminho dos Estados Unidos, para onde o parlamentar decidiu fugir dois dias após perder a eleição presidencial. O voo deve pousar em algumas horas, de acordo com os aliados.
Contrários à fuga, os interlocutores do senador dizem que o plano foi organizado e viabilizado por um advogado próximo do clã Bolsonaro. Coordenaor da campanha de Flávio, o também senador Rogério Marinho inicialmente negou a fuga.
De acordo com os aliados de Flávio Bolsonaro, a fuga foi decidida na segunda-feira (26), após o ministro o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar à Polícia Federal o recolhimento dos passaportes de Flávio – comum, diplomático e italiano.
Alvo de duas ações criminais, Flávio Bolsonaro é investigado por suspeita de lavagem de dinheiro e outros crimes no âmbito do caso do Banco Master e dos desvios no INSS. A partir de 31 de janeiro de 2027, quando termina o mandato de senador pelo Rio de Janeiro, quando Flávio deixará de ter direito ao foro especial por prerrogativa de função.
Nesta terça (27), a PF cancelou o passaporte brasileiro de Flávio após o senador descumprir a decisão judicial. A corporação emitiu alerta para o serviço de fronteiras, mas por certo foi tardio.

Informações sobre trajeto do senador ainda são desencontradas, mas sabe-se que Flávio viajou para os Estados Unidos a partir da Argentina – não decolou de Puerto Iguazú, onde um jato Gulfstream o aguardava como seu nome da lista de passageiros. Essa estratégia de disponibilizar um jato executivo na cidade argentina serviu para dificultar sua localização. Flávio partiu de outra localidade na Argentina.
O governo do presidente Javier Milei negou a existência de qualquer registro de entrada de Flávio Bolsonaro no país vizinho. Considerando que a informação do governo Milei tenha a mais rasa dose de verdade, a entrada de Flávio na Argentina ocorreu de forma clandestina. Do contrário, a Casa Rosada mentiu.
O UCHO.INFO aposta na segunda hipótese (mentira da Casa Rosada), pois Javier Milei é um desqualificado que dedica sabujice a Donald Trump, além de crítico feroz de Lula.
Não se deve descartar a participação de agentes dos EUA na execução do plano de fuga de Flávio Bolsonaro que, como já afirmamos em diversas ocasiões, carrega a covardia do pai no DNA.
Quando o ministro Alexandre de Moraes determinou a apreensão dos passaportes do senador, integrantes do STF, preocupados em baixar a fervura, estranharam a decisão. Agora, com a fuga consumada, é preciso reconhecer que Moraes, goste-se ou não do magistrado, foi certeiro.
O primeiro sinal do plano de fuga surgiu quando a campanha de Flávio anunciou que o candidato derrotado havia desistido de pedir a anulação do pleito. O segundo, quando o PL divulgou nota reconhecendo a vitória do presidente Lula.
Para quem disse em pronunciamento, após a confirmação do resultado da eleição, que jamais desistiria do Brasil, Flávio Bolsonaro é a fulanização do embuste e da mentira.



