
Condenado à 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado, Jair Bolsonaro é incompetente a ponto de precisa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para existir politicamente. Não fosse o petista, Bolsonaro continuaria sendo o néscio que durante 28 anos nada fez como deputado federal.
Flávio Bolsonaro, o filho “01”, parece seguir os passos do pai no terreno da política no terreno da incompetência. Eleito senador pelo Rio de Janeiro em 2018, Flávio apresentou 62 projetos de lei (como autor original), mas apenas dois foram aprovados nas comissões temáticas da Casa legislativa. Nenhum dos projetos alcançou o status de lei até o momento. Em suma, tal pai, tal filho.
Candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro também herdou a covardia do pai, que tempos atrás disse estar pronto para cumprir pena de prisão, mas alega problemas e saúde para permanecer em prisão domiciliar.
No último sábado (25), Flávio teve a candidatura oficializada pelo PL, ocasião em que recorreu ao presidente da Argentina, Javier Milei, para atacar Lula e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF)

Durante discurso na convenção do PL, na cidade de São Paulo, Milei, sem citação nominal, chamou Moraes de “lixo careca”, pela decisão que o impediu de visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, que por enquanto está em prisão domiciliar em Brasília.
Milei também classificou Lula como “condenado” e “ladrão”, acusando-o de “espalhar o comunismo” pela América Latina; “Não deixem que lhes roubem o futuro”, declarou.
O presidente da Argentina deveria se preocupar com as questões do próprio país, onde as dificuldades da população pioram a cada dia diante de um cenário que faz a alegria do mercado financeiro internacional.
Não bastasse, o governador Tarcísio de Freitas, de São Paulo, homenageou Milei com a Ordem do Ipiranga, a mais alta honraria do estado, ciente de que se trata de alguém que chafurda na vala da boçalidade.



